Todo dia podia ser noite, pra ter calmaria.
Sem tristeza, nem manias, apenas alegrias.
Na enseada me aconchego,
o acalanto do mar ouço sem medo,
pego a vida em meio aos dedos,
debaixo da lua cheia,
e começo a sonhar.
Sonhar que a tristeza é limpada na água e tirada no sal,
que a pele abriga dentro dela a esperança,
e em forma de dança,
e eu sou meu próprio lar.
Na noite, na calmaria,
eu consigo me alegrar.
E esquecer os problemas, as lágrimas,
da amarga vida, que eu venho a levar.
E esquecer os problemas, as lágrimas,
da amarga vida, que eu venho a levar.
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