Sao uma da manhã aqui e aí devem ser meia noite. O horário, a distância e sua frieza nos separa.
Eu sempre demonstrei meus sentimentos por você e sempre procurei te entender nos momentos que você parecia segurar o mundo nas costas mas nada que eu fiz mudou o fato de você ter me deixado sozinha esperando por uma ligação que poderia parar algo constante em mim.
Você sempre teve duvidas do que sentia por mim e em relação a nós. Eu sempre te dei todo o tempo do mundo e esse tempo se resultou em 4 anos de espera e agonia.
Tudo finalmente estava bem e eu já estava estranhando porque na minha vida tudo resolve desmoronar em períodos bons como uma avalanche.
Eu te culpo por ser assim, Você tem dormido tranquilo durante anos e eu não. Suas dúvidas sempre foram algo normal para você, porque você tem facilidade de sumir quando algo está fodido. Mas pra mim, suas dúvidas sempre foram crueis e sempre foderam a minha ansiedade. Eu não consigo sumir dos problemas como você, então pra mim tá sendo um peso grande, um sentimento que eu senti há 5 anos atrás.
Eu tô desesperada e você nao quer me ajudar. Seu desgraçado.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
O odor das madrugadas solitárias é o mesmo desde dez anos atrás, quando comecei a ficar noites em claro pensando no limbo e em como sair dele; o limbo era branco e cheirava mel, posso dizer que era um inferno, como a cena de Coven AHS, em que nunca se conseguia sair dele.
O limbo era rodeado de almas mesquinhas e padronizadas. O cheiro de mel era tão forte que revirava meu estômago, dava um nó e eu queria vomitar, mas eu não conseguia. Esse limbo durava uma noite toda e depois se repetia pela manhã. Ainda posso sentir cheiro de mel e ver almas mesquinhas, embora eu tenha me desprendido desse limbo, mas ele ainda reside no meu interior, provocando medo e sensação de agonia pela noite. Aterrorizada eu fecho os olhos, pego no sono, mas o cheiro enjoativo de mel se exala. Almas mesquinhas dançam ao meu redor quando eu finalmente adormeço.
A perseguição não para nunca.
O limbo era rodeado de almas mesquinhas e padronizadas. O cheiro de mel era tão forte que revirava meu estômago, dava um nó e eu queria vomitar, mas eu não conseguia. Esse limbo durava uma noite toda e depois se repetia pela manhã. Ainda posso sentir cheiro de mel e ver almas mesquinhas, embora eu tenha me desprendido desse limbo, mas ele ainda reside no meu interior, provocando medo e sensação de agonia pela noite. Aterrorizada eu fecho os olhos, pego no sono, mas o cheiro enjoativo de mel se exala. Almas mesquinhas dançam ao meu redor quando eu finalmente adormeço.
A perseguição não para nunca.
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