domingo, 26 de junho de 2016

''Quando as lágrimas caem, eu não sei nem mesmo o que fazer com a minha menor boa lembrança
Porque dói tanto, prometemos deixar um ao outro ir
Mas eu não tenho certeza se posso fazer isso
Por favor, deixe-me pelo menos ouvir a sua respiração

Havia tanta coisa que eu queria dizer, mas eu não consegui dizer nada
Nós dissemos que estávamos bem, consolando a dor um do outro
Quando olho para trás, estávamos apenas felizes, não deixamos um ao outro ir''


Sou um doido, libertino e alcoólatra. Sou alguém que padeceu faz alguns anos, vez ou outra acorda do coma para respirar.
Pessoas me enlouquecem, me machucam, como se eu fosse apenas um saco de pancads; então, novamente, eu vou para meu coma. 
Peço ajuda agora, para acordar, pois sou fraco, uma montanha de sentimentos descontrolados. Estou frio, não consigo me mexer.
Deixe-me dormir.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A minha dor, ela só pertence a mim! Engula suas palavras ríspidas contra mim. Pare de achar que sabe de alguma coisa. Você não sabe nada. N-A-D-A. 
Quem é você, afinal? Apenas mais um, apenas mais um que me fodeu em todos os sentidos, apenas mais um que acha que sou sua, apenas mais um que bate punheta e joga o gozo na meia como o imbecil que é, o fraco, fracassado, uma cópia menor do fracasso e da vergonha.
Sabe de uma coisa? Você fez a antiga Evelyn voltar. A antiga Evelyn libertina que escrevia e saia para as noites sem medo do que pudesse acontecer.
Ela está mais viva do que nunca.
Prometi a mim mesma que eu devia voltar a escrever. Isso é parte de mim
Tantos textos e histórias que eu escrevia, em cadernos e computadores. Como um fio que cortava tudo e me trazia para o êxtase. 
Sem escrever eu posso explodir como uma granada.
E agora, eu preciso da escrita, mais do que nunca.