a amargura nunca foi tão aceita.
A cada passo que eu dou, a cada piscar de olhos, meu cérebro dá um nó tão grande que minha paranóia, é minha proteção, meu sofrimento meu único escudo; sou uma pessoa que já viveu problemas todos a ponto de sempre espera-los, sempre aceita-los. Não me importo mais, aprendi a cair, aprendi a me render, esperança morta pulsa no meu sangue.
G., pode ir embora se quiser, pode ir, mas tenta não demorar ao voltar, porque vez ou outra, algumas das noites de solidão, eu sinto falta de você, dos seus olhos castanhos que sorriam ao me ver, dos sussurros e gemidos comprimidos; ''fala baixinho, geme baixinho, ninguém pode saber que estamos aqui.''
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