"Eu sou tipo. Tipo. Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em
algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de
vítimas, tá? Eu sou uma granada — repeti. — Só quero ficar longe das
pessoas, ler livros, pensar e ficar com vocês dois, porque não há nada
que eu possa fazer para não ferir vocês; vocês estão envolvidos demais,
por isso me deixem fazer isso, tá? Não estou deprimida. Não preciso sair
mais. E não posso ser uma adolescente normal porque sou uma granada."

Nenhum comentário:
Postar um comentário